“O capital natural é essencialmente um dom da natureza. Isto implica que ele não pode ser reproduzido pelo homem, porém modificado”.

 O’Connor

É possível o encontro entre economia e ecologia na região Amazônica? A resposta para essa pergunta pode determinar o futuro da humanidade. Se por um lado os recursos naturais são a maior fonte de possibilidades para as gerações futuras, o que implica na necessidade de sua conservação, o crescimento econômico mundial sustentado é a dinâmica que se opõe à pobreza e a exclusão social, as quais geram terríveis consequências para os ecossistemas e para as gerações atuais e futuras.

A humanidade, portanto, está em uma encruzilhada, na medida em que o chamado “Capital Natural” (e não o capital criado pelo homem) é que estabelece os limites da prosperidade e da própria garantia das necessidades das gerações futuras.

A Amazônia já é o grande laboratório Ecológico do século XXI. Mas será também o grande laboratório Econômico do século XXI, na medida em que nos ensine como garantir as necessidades das gerações atuais e futuras, com o manejo e a utilização de suas riquezas de modo equilibrado.

Esta é a grande lição que a Amazônia tem a dar ao mundo. É o grande divisor de águas. A “floresta negócio” de uma nova economia mundial, baseada na geração de valor a partir de seu maior ativo: o Capital Natural Amazônico. É isto o que faz da Amazônia a grande protagonista do século XXI, e também o que garantirá que ela seja eterna, sobretudo no exemplo que dá ao mundo.

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